Archive for February, 2011

Esperanza Spalding e Toni Bennett

Sunday, February 27th, 2011

 

23 aninhos de idade e arrasando. 85 aninhos de idade e cada vez melhor! A nova escola se encontra com a antiga. Confira Esperanza Spalging e Tony Bennett na programação da Radio Blog. É dentro do côco que as boas músicas estão.

 

 

PENSE DIFERENTE!

Thursday, February 24th, 2011

 

Este espaço é para os todos os loucos, dos que nunca foram bem compreendidos, dos rebeldes, dos criadores de confusão, dos que olham o mundo de maneira diferente. Eles não aceitam as regras e destestam a imposição, Você pode opinar sobre eles, concordar ou não com eles, grorificá-los ou massacrá-los, mas a única coisa que você nunca conseguirá fazer é ignorá-los. Por que são eles que fazem a diferença e transformam o mundo. Enquanto muitos podem achar que eles são malucos, nós os vemos como genios. Por que na realidade, aqueles que se acham malucos o bastante para mudar o mundo…são os que realmente mudam!

 

 

CD DO PROGRAMA “ROTA 66″

Friday, February 18th, 2011

 

Viajando de Chicago a Los Angeles na Rota 66. Uma época gostosa do rádio e que jamais voltará! Apertem os cintos de segurança e boa viajem. Get Your Kicks on Route 66!!

 

CD DO PROGRAMA “ROTA 66″ – PRODUÇÃO JULINHOMAZZEI by JulinhoMazzei (Radio Blog

 

O PLANETA HUMANO

Monday, February 14th, 2011

 

 

Quem Precisa de Escritório?

Sunday, February 13th, 2011

 

Nos últimos milênios, as 2 grandes transformações na maneira do homem trabalhar foram a agricultura, quando o homem deixou de ser um eremita coletor de alimentos, e a revolução industrial. Há cerca de 150 anos saiu de cena a força bruta e a tração animal. As máquinas faziam tudo de forma muito mais rápida, eficiente e de acordo com o desejo do homem.

Logo após a 2ª guerra mundial, disseminou pelo mundo o “american way of life”. A cena-símbolo dessa época é o pai de família, com paletó e valise, despedindo-se com um pudico beijo na bochecha de sua esposa de avental, à soleira de casa. Na frente da residência estava o imponente Chevrolet Bel Air da família, usado para ir e voltar do trabalho todos os dias.

Parece incrível a quantidade de pequenas e abruptas transformações que a sociedade sofreu desde então. Nas 3 últimas décadas, no meio de muitas mudanças sócio-culturais, ensaiamos nossa entrada à era do conhecimento. A tecnologia da informação se expandiu tanto quanto a demografia, de modo que não há mais espaço no mundo para todo cidadão pegar um carro, hoje muito barato e acessível, para ir e voltar do trabalho.

Na verdade, a tecnologia da informação traz pequenas revoluções quase todo ano, mas que impactam brutalmente na maneira das pessoas trabalharem. A internet foi uma delas. Há quem defenda que estamos trabalhando muito mais que antigamente, e que a tecnologia, ao invés de nos ajudar, só nos deixou mais sobrecarregados. A internet não nos trouxe mais trabalho, simplesmente: nós que não sabemos lidar com ela.

Foram necessários séculos para que a agricultura e as máquinas revolucionassem as sociedades, mas desde os primeiros bits e bytes, as mudanças passaram a ocorrer em uma ou duas gerações. Por isso estamos correndo pra lá e pra cá como baratas-tontas, tentando vencer agendas superlotadas e suspirando pelos bons tempos do Bel Air.

Vejam: o que seu pai (ou avô, dependendo de sua idade) fazia era despedir-se da família e dirigir-se a um prédio onde estariam as máquinas usadas para o exercício da função. Lá havia a troca de memorandos, as reuniões e os relatórios datilografados com cópias carbonadas. Tudo sob os olhares do chefe, a quem cabia checar se o trabalho estava sendo feito corretamente e se os empregados chegavam e saíam na hora certa.

Obviamente isto se tornou impraticável hoje em dia. Tem gente e carro demais no mundo. E falta tempo para darmos conta de todas as tarefas numa era de constantes mudanças. Parece que estamos amarrados às tradições, por isso que conceitos como teletrabalho e teleconferência custam a decolar. Muitas empresas não sabem como trocar o relógio-ponto por metas. E há a legislação trabalhista, que também precisa se adequar aos novos tempos, mas não sabe por onde começar.

O paradigma que mais custa cair por terra é o do escritório. Ele deixou de ser um lugar para ser um punhado de ferramentas.

O laptop e o smartphone nos livram dos deslocamentos diários. Não é mais necessário ir até onde as máquinas estão. A internet móvel permite que você trabalhe em casa, no café da esquina, na sala de espera do dentista. Os relatórios, documentos e memorandos estão na internet. Seu chefe pode monitorar seu trabalho a partir dos resultados. Reuniões são virtuais, isso se realmente forem necessárias. O trabalho com os colegas também é virtual, colaborativo.

Ninguém mais precisa do escritório. Nossa dependência dele é puramente psicológica. Sinceramente? Acho que não é o trabalho e a correria que nos deixa tensos, e sim, a necessidade de se ter alguém para dar um beijo de manhã cedo antes de sair… ter algum lugar para ir… e colegas com quem conversar.

Texto de Bia Kunze (Radio CBN)

 

Cuidado com os “Diets”

Thursday, February 10th, 2011

 

O Calorie Control Council (associação que representa os vendedores de alimentos de baixas calorias) afirmou que os resultados da pesquisa apresentada durante uma sessão da Conferência Internacional do Derrame, que liga o consumo de refrigerantes dietéticos a um risco maior de derrame e ataque cardíaco, possuem falhas.

Consumidores frequentes de refrigerantes dietéticos correm um risco maior de sofrer ataque cardíaco e derrame
Associação rebate pesquisa que associa consumo de refrigerante diet a um risco maior de sofrer infarto e AVC

“Os resultados são tão especulativos e preliminares que devem ser considerados com extrema cautela. Na verdade, o estudo não foi revisado por nenhum cientista independente e não foi publicado em nenhum periódico científico”, afirmou Beth Hubrich, nutricionista do Calorie Control Council.

A pesquisa está atraindo um número crescente de críticas e ceticismo de especialistas da área da nutrição e da ciência.

“Eu tenho que dizer que este é um dos piores trabalhos que eu vi ganhar manchete em um longo tempo”, afirmou Richard Besser, editor de saúde e medicina da ABC News, durante o programa Good Morning America nesta manhã. “É ruim do ponto de vista da ciência, e também por que pode induzir as pessoas ao medo. Eu não acho que elas devam mudar de comportamento com base neste estudo.”

Recordando algumas falhas do estudo, Besser acrescentou: “Eles não analisaram a quantidade de sal ingerida pelas pessoas, nem os outros alimentos que elas comeram. Estas coisas nós sabemos que têm relação com derrame e infarto. Eles nem sequer observaram a evolução da obesidade ao longo do tempo. Concluir que isso acontece apenas em função do consumo de refrigerante dietético não faz sentido.”

Segundo Walter Willett, presidente do Departamento de Nutrição da Harvard School of Public Health, “é importante saber que a pesquisa é, na verdade, um relatório preliminar. Ele ainda não foi publicado e é relativamente pequeno. Acho que temos que interpretar as descobertas com muito cuidado. Não devemos mudar o nosso comportamento”.

A apresentação também está em desacordo com afirmações no site da American Heart Association, patrocinador da conferência em que o estudo foi apresentado.

Em relação aos adoçantes de baixas calorias usados em refrigerantes dietéticos, a associação afirma: “Experimente adoçantes não nutritivos, como aspartame, sucralose e sacarina, com moderação. Eles podem ser uma alternativa para satisfazer a vontade de doce sem adicionar mais calorias à dieta.”

O FDA (agência que regula remédios nos EUA) já determinou que os adoçantes não nutritivos são seguros.